As Borboletas

Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande.

As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.

Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.

As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, NÃO PRECISAR DELA. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.

O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas...

VOCÊ VAI ACHAR NÃO QUEM ESTAVA PROCURANDO
MAS QUEM ESTAVA PROCURANDO VOCÊ!




sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Capacidade de amar


Até que ponto vai nossa capacidade de amar? Na História da Humanidade, temos registros de pessoas de excepcionais qualidades que amaram, sem restrições.
Tais foram Gandhi, o Apóstolo da não-violência; Madre Teresa de Calcutá, a Missionária da Caridade; Irmã Dulce, chamada Irmã dos Pobres.
Também se tem registros de criaturas com uma frágil capacidade de amar, que impõem condições onde a beleza física, a inteligência, a graça são requisitos imprescindíveis.
Assim, para a adoção, as crianças excepcionais ou que apresentem qualquer dependência, que não sejam dotadas de encantos físicos, permanecem nos orfanatos, os olhos ansiosos, à espera de alguém que se lhes achegue e lhes dê um verdadeiro lar.
Muitas delas alcançam a maioridade em tais locais, sem jamais terem conhecido carinho familiar, aconchego doméstico.
Madre Teresa de Calcutá tinha sempre histórias interessantes a respeito. Seu exemplo cativava as criaturas que, à semelhança dela, se devotavam a seres considerados excluídos da sociedade, com especial cuidado.
Narrou ela que, certa vez, uma família de posse, pertencente à alta classe indiana, tendo visitado as obras das Missionárias da Caridade, interessou-se em levar uma criança abandonada, que vivia no lar.
Passados alguns meses, Madre Teresa soube que a criança ficara muito doente e inválida, apesar do carinho e atenção dos pais adotivos em lhe oferecer o melhor para sua cura.
Ela procurou a família e pediu que lhe devolvessem a criança e ela lhes daria outra, sadia.
O pai olhou para a servidora, sentindo que ela os queria poupar do sofrimento e afirmou:
Madre, tire-me primeiro a vida, depois leve minha filhinha.
Ele havia aprendido a amar a menina de todo o coração.
E assim é o verdadeiro amor. O amor sempre trabalha construindo o mundo melhor.
O sábio que não ama se torna um monstro, aplicando indevidamente os conhecimentos de que se enriquece.
A inteligência, sem o amor, é uma arma perigosa nas mãos do desequilíbrio e das paixões inferiores.
Graças ao amor a jornada humana se torna menos áspera, mais ditosa, convidando o caminhante a prosseguir, sem desânimo, nem desistência, sem parar, até o momento final da vitória.
E o amor de Deus,         que a tudo dá vida, é o convite para que o nosso amor vitalize uns aos outros, nessa aventura maravilhosa que é a do progresso, rumo às estrelas.
*   *   *
Madre Teresa de Calcutá foi capa da revista Time, que reserva suas capas a personagens célebres.
Madre Teresa destacou-se como desses mensageiros de amor e de esperança que, de tempos a tempos, enriquecem o planeta.
Os ideais de trabalho das Missionárias da Caridade estipulam que elas devem levar às crianças das favelas a imagem de Cristo como amigo dos pequenos.
Elas ensinam também que é preciso amar os pobres com o amor do Cristo, ajudá-los com sua própria ajuda e doar-se, como Ele o fez.

Nenhum comentário:

Postar um comentário