As Borboletas

Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande.

As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.

Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.

As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, NÃO PRECISAR DELA. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.

O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas...

VOCÊ VAI ACHAR NÃO QUEM ESTAVA PROCURANDO
MAS QUEM ESTAVA PROCURANDO VOCÊ!




quinta-feira, 19 de maio de 2011

As Atitudes Tudo ou Nada



Percebo que as pessoas que decidem

transformar sua vida

desenvolvem um tipo especial de atitude.

Elas se empenham em cada ação

como se a vida inteira dependesse desse esforço.

Elas vêem a construção do futuro como a única forma de viver

como fazem os oficiais com seus soldados

em situações desfavoráveis de batalha.

Em outras palavras,

decidem queimar as pontes que permitem retroceder.

Nessas decisões radicais, é importante assumir,

também, um comportamento radical.

Nos grupos de Alcoólicos Anônimos fala-se muito

sobre o perigo de tomar um único copo de bebida,

pois a decisão de parar de beber tem que vir

acompanhada de uma atitude do tipo tudo ou nada.

Uma pessoa dependente dos pais que resolve morar sozinha

não pode mais chegar atrasada ao emprego

porque perdeu a hora.

Terá, pelo menos, de comprar um despertador eficaz

porque não haverá ninguém para acordá-la toda manhã.

Um empresário que está à beira da falência

não pode continuar gastando sem nenhum controle.

A decisão de partir para o tudo ou nada

é somente o primeiro passo.

Depois da decisão, precisa haver atitude.

Há pessoas que se casam,

mas querem levar a vida de solteiras.

Resultado: o casamento fracassa.

Há pessoas que decidem ter filhos,

mas querem continuar a viver

como se os filhos não existissem.

Resultado, teremos crianças órfãs de pais vivos.

Lembre-se, há dois tipos de atitudes:

as atitudes tudo ou nada

e as atitudes mais ou menos.

Uma atitude mais ou menos sempre leva

a um resultado medíocre.

É importante entender com toda clareza que,

durante um processo de transformação radical,

a atitude de fazer um pouco de cada vez

nos trará resultados muito parecidos aos que teríamos

se não fizéssemos nada.

Quem quer fazer uma revolução na vida

precisa tomar uma atitude radical.

E, quando se toma uma decisão radical,

é preciso continuar caminhando

pela estrada que escolhemos com comprometimento,

determinação e fé.

Nossas atitudes devem ter a mesma intensidade

das decisões que tomamos.

Uma atitude tudo ou nada é mergulhar em um novo amor

como se sua respiração dependesse

da respiração do seu companheiro.

É sair da casa dos pais e cuidar de suas responsabilidades

como se houvesse apenas você no mundo

para pagar suas contas.

É aprender uma nova profissão

como se sua vida dependesse dessa empreitada.

É abraçar o novo emprego como se essa fosse

a última oportunidade de sua vida.

Porque é preciso correr atrás de nossos objetivos

com a determinação de um faminto

que anseia por um prato de comida.

Buscar a água como um homem perdido no deserto.

Dançar a música da vida

como se seu corpo e sua alma fossem

os instrumentos dessa música!

Afinal, se você romper as grades da gaiola,

mas não bater as asas para valer,

jamais poderá voar de verdade!  

Roberto Shinyashiki

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